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DNA de policiais é encontrado em carro de assassinos de delator do PCC

Um laudo emitido pelo Instituto de Criminalística da Polícia Científica de São Paulo apontou a presença de material genético de policiais militares no carro usado no assassinato de Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, morto com tiros de fuzil na área de desembarque do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (Grande SP), no final do ano passado.

 


Os vestígios biológicos contêm DNAs compatíveis aos do soldado Ruan Silva Rodrigues e do cabo Dênis Antônio Martins. O material foi localizado na maçaneta e no porta-luvas do Volkswagen Gol usado pelos atiradores, disse à reportagem uma fonte que participa das investigações. A informação foi divulgada primeiro pela TV Globo.


Após a divulgação do caso, a Secretaria de Segurança Pública estadual confirmou oficialmente o resultado do laudo.


"O laudo pericial foi concluído pela Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) na tarde desta quarta-feira (26) e encaminhado para as autoridades do DHPP e da Corregedoria da Polícia Militar. O documento apontou a presença de material genético de dois policiais militares, que já estão presos, no veículo e roupas utilizados no dia do crime", disse a pasta, em nota.


Rodrigues e Martins estão presos sob acusação de terem assassinado Gritzbach. Procurada à época da prisão, a defesa do cabo Martins afirmou que todo o posicionamento será feito no processo, por se tratar de um caso em segredo de Justiça. A reportagem não localizou os advogados do soldado Rodrigues.


O tenente Fernando Genauro da Silva, que foi apontado como motorista do carro, não teve material genético encontrado no veículo. A defesa do tenente afirmou que ele não cometeu esse crime, reforçando que ele não estava presente na cena do crime.


Preso em 2022 sob suspeita de mandar executar Anselmo Becheli Santa Fausta, liderança do PCC mais conhecida pelo apelido de Cara Preta, Gritzbach fez um acordo de delação premiada por meio do qual afirmou sofrer extorsões praticadas por policiais responsáveis por investigar a organização criminosa.


Embora tenha confessado facilitar a compra de imóveis para ocultar dinheiro proveniente do crime, o delator negava participação no assassinato e afirmava ser vítima de um conluio entre policiais e integrantes do bando para o incriminar.

Na última sexta-feira (21), o Ministério Público apresentou denúncia contra 12 suspeitos de envolvimento em corrupção, lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas.


O documento detalha como a morte de Cara Preta e a prisão de Gritzbach resultou em uma associação de policiais e empresários ligados à facção com o intuito de tirar proveito do patrimônio acumulado ilicitamente pelo delator, assim como do seu acesso a negócios responsáveis por movimentar e ocultar dinheiro proveniente das atividades da facção.


Os promotores pedem que ao menos R$ 40 milhões sejam confiscados dos denunciados.

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